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Jesus Henry Christ: Curiosidades e Trilha Sonora



Traduzido por Pilar

Jesus Henry Christ já soou bem no papel. Tão bem, de fato, que seu autor, Dennis Lee, ganhou o prêmio Tribeca All Access seção narrativa para o roteiro em 2005. Mas a beleza do cinema é que ele ganha vida além das páginas, e no caso desta sombria comédia familiar, ganha-se vida além do que os olhos veem.


Com precisão de uma lâmina, Lee, que também dirigiu o recurso, corta um retrato de família que é precoce sem ser preciosa, otimista sem ser ingênua, e peculiar, sem ser chamativa. Mas, como Lopes salientou repetidamente durante sua pós-premiere de Q & A, é um filme que é muito mais que a soma das partes. Toni Collette e Michael Sheen são ambos excelentes como os pais despreparados de dois prodígios inconscientes, e os jovens recém-chegados Jason Spevack e Samantha Weinstein, praticamente roubam a cena. Adicionar à cinematografia nítida a mistura Danny Moder e edição de raciocínio rápido de Joan Sobel, você tem um produto acabado encantador.


Mas o detalhe acrescentado que dá Jesus Henry Christ sua atmosfera especial é a música. A complementar, mas nunca intrusiva trilha sonora original de David Torn e Simon Taufique, se destaca e subjuga os ondulantes campos emocionais do script. Enquanto isso, as canções de músicos como Edward Sharpe e Karkwa fazem um bom trabalho nas vezes que conseguem puxar as cordas de um coração já desgastado. Da vista para o som, Jesus Henry Christ é um dos exemplos mais bem-coreografadas de colaboração criativa vistos através de um longo tempo.


Fonte: Twitter de JHC.

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